Como garantir a Segurança de dados dos equipamentos do seu provedor

Compartilhe:

À medida que a Internet se torna cada vez mais um lugar para fazer negócios e não apenas para trocar informações, ela se torna um alvo maior para pessoas que desejam usá-la de forma criminosa. Como estrutura da rede global, os provedores de serviços de Internet costumam estar envolvidos em incidentes de Segurança de dados dos equipamentos, seja como alvo de um ataque ou como um dos defensores, por isso a Segurança de dados dos equipamentos do seu provedor é um assunto muito importante e precisa ser tratado.

Equipamentos de provedores que coletam dados

Todos os equipamentos ativos de um provedor, como as ONUs e OLTs, coletam dados considerados pessoais: IP e MAC address.

Além disso, toda empresa mantém uma base de dados do cliente (endereço, telefone, CPF etc.) e a base de dados de atendimento. Portanto, é necessário tomar medidas para garantir a segurança desses dados.

Dados armazenados pela ONU e OLTs

Os provedores armazenam informações de conexões à internet referentes a:

  • data e hora de início e término;
  • duração;
  • endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados.

A lei proíbe registrar o uso de aplicações específicas, sendo vedado bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados. Isso porque é assegurado ao usuário o direito de inviolabilidade e sigilo do fluxo de suas comunicações pela internet, salvo por ordem judicial, na forma da lei.

Portanto, até então, o provedor registrava somente o momento em que o cliente inicia a sessão (liga o modem/roteador ou celular, por exemplo) e a encerra (desliga o equipamento) e o endereço IP.

No entanto, devido ao esgotamento da tecnologia IPv4, na transição para IPv6, os provedores foram autorizados a compartilhar um mesmo endereço de IP com diversos usuários.

Por isso, o fornecimento de data e hora de acesso e o respectivo IP passou a ser insuficiente para identificar o usuário.

Sendo assim, o Superior Tribunal de Justiça definiu que os provedores devem fornecer também a porta lógica.

Dessa forma, para o correto funcionamento da rede e dos agentes operando sobre ela, é necessário que os provedores guardem essa informação, que é fundamental para o fornecimento em caso de ordem judicial.

Por quanto tempo é necessário manter os dados de conexão dos clientes?

Segundo o Marco Civil da Internet, para garantir a segurança de dados, os provedores de conexão têm o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de um ano.

Ou seja, além das normas da LGPD, o provedor precisa seguir essa lei, guardando os dados do cliente por um ano.

O que mais os provedores precisam observar?

As principais regras para segurança de dados estão dispostas na Lei Geral de Proteção de Dados.

É indispensável estar por dentro de todas as exigências.

Gostou de saber mais sobre: Segurança de dados dos equipamentos do seu provedor. Fique ligado no nosso Blog, que vem muitas novidades sobre telecomunicações, inovação, dicas e muito mais. Leia também: 5G e Orientações sobre o cadastramento e licenciamento de estações terrenas.

Uma empresa 100% brasileira, voltada para área de telecomunicações. Qualidade, inovação e confiança, são os três pilares mais importantes para a axGlobal, o que nos torna líder em nosso setor.

Situada em Santa Rita do Sapucaí, mais conhecida como ‘O Vale da Eletrônica’, estamos numa localização privilegiada entre os grandes centros, tornando assim nossa logística altamente eficiente.

 

...